Adriano Berger Ferreira, Estudante de Direito
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Adriano Berger Ferreira

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Profissional estratégico focado em planejamento e implantação de ações mercadológicas através da estruturação e montagem da base operacional. Acadêmico de Direito

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Adriano Berger Ferreira, Estudante de Direito
Adriano Berger Ferreira
Comentário · há 12 anos
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Adalberto Martins Ferreira
Comentário · há 11 anos
Qualquer um que tenha ao menos dois neurônios funcionando perfeitamente e um mínimo de conhecimento sobre o assunto sabe muito bem que o movimento LGBT não defende "direitos" coisa nenhuma, pois na realidade não passa de um movimento ideológico e político que pretende implantar e fazer prevalecer, contra a vontade da maioria mais do que absoluta - diria até, de toda uma nação, haja vista a sua proporção - a sua ideologia nefasta cujo objetivo indisfarçável é a destruição da família tradicional tal como ela naturalmente se compõe e como sempre foi aceita durante milênios, tudo para satisfazer uma agenda globalista ricamente financiada por grupos de multimilionários lunáticos e avarentos, que seguem a risca a cartilha de Antonio Gramsci como meio muito eficiente de conseguir seus intentos. E num contexto tão dramático e ameaçador como este, onde é notório desejo de atacar e vilipendiar sempre e somente os símbolos cristãos, sempre com "bons exemplos" de muita "tolerância" e de como não fazer tudo aquilo que eles mesmos apregoam (liberdade de expressão, de pensamento, etc), é bastante compreensível que surjam projetos de lei como este, ainda com os inúmeros defeitos que possa ter . Na verdade, como todo mal é auto-destrutivo, já é bastante notório o aumento de fiéis a procura de confissões e de comparecimento as Missas, especialmente depois dessa último "tiro no pé" que é só o que o tal movimento LGBT sabe fazer, sendo até dispensável qualquer reação legal, judicial ou direita dos cristãos para rechaçar suas vergonhosas investidas . Mas acho, também, que já passou da hora dos cristãos saírem de sua letargia e apresentarem uma reação a altura a esses ataques, afim de que essa minoria barulhenta e sem escrúpulos não acabe iludindo e se fazendo prevalecer sobre toda uma maioria passiva e desinformada. Já existe, inclusive, um movimento crescente no meio católico, encabeçado por três eminentes cardeais, sendo um deles brasileiro, em que o temo "opção preferencial pelos pobres" - que só está sendo utilizado para fins meramente políticos -, seja substituído pelo lema "OPÇÃO PREFERENCIAL PELA FAMÍLIA". Mas diga-se, aqui: "FAMÍLIA" de verdade, e não qualquer ajuntamento de pessoas e outras paródias blasfemas, por mais bem intencionadas que sejam. Quem não gosta de família tradicional, viva como quiser e não seja incomodado, mas não vá querer fazer com que o mundo inteiro mude e vire do avesso só para se adaptar à sua visão gnóstica da realidade.
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